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FELIZ DIA DO LIVRO, QUITANDEIROS.

Hoje, 23 de abril, é comemorado o Dia Mundial do Livro. Data essa, que tem como objetivo principal incentivar à leitura. Homenageia-se nesse dia, autores clássicos, ou seja, que escrevem ou escreveram livros que em geral continuam nos instruindo, apesar do tempo e contexto em que foram escritos. Ítalo Calvino, dizia que um clássico “é um livro que nunca terminou de dizer aquilo que tinha para dizer”.  

A data, é um tributo feito aos escritores Miguel de Cervantes, Inca Garcilaso de la Vega e William Shakespeare, que morreram em 23 de abril de 1616.” Inca de la Veja é o menos conhecido, a obra dele que melhor se destaca é “História general del Perú”. Já Miguel de Cervantes, nos legou ” El ingenioso hidalgo Don Quijote de la Mancha”. Por sua vez, Shakespeare, nos agraciou com “Hamlet, Romeu e Julieta, Rei Lear e Otelo”

Claro, nem todos são escritores, nem todos gostam de escrever, mas, para quem escreve ou deseja escrever, é inegável que o caminho é apenas um, se tornar um ótimo leitor. “A leitura é o grande segredo. Ensina tudo, desde a ortografia até às construções de frases”[1]. Quem não lê nunca poderá conhecer suas forças e com isso, ignorará sua capacidade de produzir. A leitura é a base da arte de escrever. Sendo assim, quem deseja se tornar um escritor, deve, antes de mais nada, se tornar um grande leitor.

A leitura é o meio universal de aprender. Quem não lê corre o risco de cair na barbárie, visto que, toda civilização vem a nós através dos livros. Albalat dizia que “a leitura, com mais forte razão é necessária a nós, os medíocres e os retardatários, que tanta necessidade temos de fortificar a nossa inspiração, de auxiliar a nossa cultura e de ampliar, alimentar e transformar as nossas ideias”[2].

O livro, é uma obra de arte, nele, o escritor procurar pintar com palavras, suas inquietações e muitas vezes a beleza do mundo. Quando nos deparamos com um livro, nossa postura deve ser sempre de profunda gratidão, claro, não qualquer livro, de preferência aqueles que como dizia Nietzsche, que foram escritos com sangue.

MARTINHO CHINGULO


[1] ALBALAT, 2015, p. 29

[2] ALBALAT, 2015, p. 28

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